Está tudo dominado, nem o futebol escapa dos costumes lullistas.
O timeco do lulla, o notório córintcha, notória lavanderia de dinheiro mafioso, deixou há muito as páginas esportivas para habitar as policiais, como o lullismo deixou as páginas políticas e mudou-se para as de escândalos de todos os tipos.
Matéria atrai matéria, córintcha e lullismo tudo farinha do mesmo saco.
Você procura um zé dirceu, no córintcha tem aos montes; procura um berezowski, no lullismo tem às dúzias.
O recém abatido Idi Amin Dualib, eu sempre vi desonestidade até na cor do cabelo dele, proporcionou “A Mãe de Todas as Provas”, a confissão.
Eu sei, não me venham com rabulices enrolativas.
A confissão também é “A Prostituta das Provas”, depende da mãe de quem estamos falando. Ou se, o que acontece muito, a confissão foi arrancada sob tortura e debaixo de porrada.
É certo que não estamos falando da mãe de ninguém.
É mais certo ainda que Idi Amin Dualib não confessou nada debaixo de porrada ou tortura. Falou ao telefone com um capanga, com toda liberdade do mundo e foi grampeado pela Polícia Federal com ordem judicial, na maior legalidade do mundo.
Não sei como vazou, mas vazou na tevê, rádios e jornais. Eu vi, ouvi e li.
Eu e as torcidas do Flamengo, do Palmeiras, do Santos, do São Paulo e, principalemente, do Inter de Porto Alegre, o afanado da vez.
A do córintcha num çabe, num viu i nem iscuitô, seguindo os hábitos do seu torcedor- símbolo, você-sabe-bem-quem-é. Não mais a histórica Elisa, poupada pela morte da vergonheira que cobre o time do seu coração.
O Inter de Porto Alegre é o afanado da vez porque se você fuçar a história do futebol, vai ver quantos jogos na vida o córintcha já ganhou de forma duvidosa ou escrachada.
Houve uma época recente em que o córintcha tinha um atacante afrodescendente (gostou?), de apelido “Capetinha”, dadas as magias praticadas com a bola. Se não me engano era Edilson, um craque.
Eu escutava fidelíssimos gaviões da fiel creditarem vitórias impossíveis ao carinhosamente chamado “neguinho do córintcha”. No caso, “neguinho” era tratamento politicamente corretíssimo, como “Negão” o é para Pelé e também para o ministro Barbosa, o nosso craque no STF.
Desinformado, eu achava que o “Capetinha” andava barbarizando. Um
dia, o “neguinho” não jogou e mesmo assim a fiel cantou-lhe as glórias .
Curioso, corri verificar e fiquei sabendo que o verdadeiro “neguinho do córintcha” era o árbitro Paulo Cesar esqueci o sobrenome, ainda na ativa, e não o “Capetinha”, acho que joga hoje na Bahia.
Idi Amin Dualib disse alto e claro: “Roubamos o Brasileirão de 2005, o ganhador de fato é o Inter de Porto Alegre”. Sabe tudo porque estava lá.
Seu interlocutor no telefonema grampeado era Renato Duprat, entre outras coisas médico. Quem o conhece há anos deu-lhe o apelido de “doutor Osmany Ramos, o médico bandido”.
Vi direitinho a final córintcha 1 x Inter 1, esqueci o nome do juiz.
A tevê é cruel, mostrou os lances cruciais 200 mil vezes, o gol do córintcha em impedimento. O pênalti, que poderia desempatar o jogo, foi do goleiro córintchano no Tinga, o coitado recebeu um pé no peito, caiu, s.excia. não deu o pênalti e ainda expulsou o Tinga. Típico do córintcha.
Não esqueci o dinheiro esquisito da MSI, das compras trambicadas de jogadores, dólares voando para lá e para cá, nada disso me espanta.
Vivo neççepaíz do Caixa Dois, do dinheiro não contabilizado do “nosso” delúbio, dos dólares na cueca, nas malas, nas caixas de uísque vindas de Cuba, nos paraísos fiscais para pagar duda mendonça. Probleminhas da Receita Federal e do Banco Central.
Mas roubar um Brasileirão? Isso é roubar de mim e de todos os torcedores.
Os assaltantes foram a Brasília comemorar com a Quadrilha dos 40 e com o chefão deles, que ainda ganhou um brinde, a Camisa “Campeã”.
Mas o Defenestrado abre o bico. Arquivo ainda vivo, cantará muito mais. Ninguém perde por esperar.
NUNCA ANTES NEÇÇEPAÍZ FOMOS TÃO ROUBADOS.