E para as bofas também.
MST, MLST, Sem Teto, Sem Tucuruí, Com Coquetel Molotov, Via Campesina. Eles soletram tchávez para nos destruir. Vivem às nossas custas graças ao cumpanhero Santo, Santo, Santo.
É assim que devemos nos referir a elle, como se gago o crente fosse. Cumpanhero “frei” betto, demônio de porta de igreja, já obrou encíclica para catequese dos gentios.
Sou paranoico e capricho nas minhas feijoadas conspiratórias. Aqui tem café no bule, aforismou Ratinho, importante pensador pop.
Um terapeuta cobraria uns 800 contos a hora e levaria anos para analisar a sua infância e as relações com seu pai, sempre ausente. Quando presente, era rival na disputa pelo amor da sua mãe.
Eu não cobro nada pela minha teoria, que não vale nada mesmo. Tento ver a infância do nosso tempo. Nada de papai-mamãe, aqui não tem sacanagem.
Fomos camponeses medievais imundos e empesteados, hipnotizados pelos paramentos espetaculares da alta hierarquia religiosa.
Inspiração para os bailes a fantasia que fizeram a glória do Hotel Glória e a fama do Gala Gay, no carnaval do Rio e do Orgulho Gay, de São Paulo.
Fomos índios nus extasiados com os deuses portugueses descobridores, que desceram em andrajos das suas naus, sujos e fedorentos por meses ao mar, sem muda nem banho.
Zelite agora, montamos brilhantes cavalgaduras de aço. Exalamos odores de fragrâncias impronunciáveis. Kenzo ou Kenzo, mas a tia é japonesa e não francesa, por que Kenzo? Cocô (Chanel) ainda vá lá.
Parimos granfininhos inocentes inúteis, invasores da Daslu.
Contemplamos extasiados as hordas dos hunos que derrubam cercas, invadem propriedades, enchem os galpões com garrafões de goró, matam gado, tocam fogo nas plantações e matas nativas, bloqueiam estradas e pedágios, inutilizam pesquisas, ameaçam barragens, quebram o Congresso, dominam noticiários de jornais, rádio e tv.
Não mais a visão esplendorosa dos religiosos, vestidos com fausto para séculos de poder. Nem a visão violenta dos conquistadores imperialistas genocidas, armados para séculos de exploração.
Os heróis de hoje marcham como os Exércitos Vermelho de Stalin e Popular de Mao e Pol Pot, os Camisas Negras de Mussolini e Pardas de Hitler, comandados por stédiles e rainhas.
Acariciamos suas cabecinhas suadas, grávidas de ideologias. Já aleitamos no peito as infâncias dos monstros que aí estão, lulla e pt. “Coteminas” **, bandeiras e bonés vermelhos.
Enfeitaram cabeças beatificadas, como do cumpanhero Santo Santo Santo.
Estreladas, como do cumpanhero jacques wagner.
Ou testas visivelmente condecoradas quase em público, como do cumpanhero suplicy.
Na retaguarda, banheiros químicos, cozinhas ambulantes, cumpanheros cozinheiros, barracas-hospitais, cumpanheros médicos e enfermeiros. Barracas para encontros íntimos entre cumpanheros e cumpanheras e outras demais e possíveis combinações.
Cumpanheros clérigos, missa e comunhão.
Turismo popular–revolucionário.
Guerrilha organizada.
A Onda Vermelha toma eçepaíz de assalto.
As instituições tremem.
A zelite saliva.
“É o POVO!” boquiabrem-se. “Aplaudam o POVO!” tiram posição. “Todo poder ao POVO!” é a palavra de ordem.
Enganam-se, nunca viram povo nem de binóculo. Esse não é o povo, são os novos rentistas, vivem da renda dada pelo governo tirada dos impostos extorquidos da zelite travada.
Sem dinheiro do governo não há “coteminas” **, bandeiras e bonés vermelhos, barracas de lona preta, cestas básicas, bolsa-esmola, marchas, invasões, destruição.
Em transe, a zelite não chia, nem morta, santa.
“Cria cuervos que les sacam los ojos”.
Mas ao assistir os zilhões que transformaram a Parada Gay no Maior Evento Popular-Sexual Revolucionário-Turístico de São Paulo, o povo unido está sendo comido sim – e gostando.
* Rapazio, tchurma.
** Camisetas vermelhas, usadas para marchas e invasões.
RELAXA E GOZA, COMO PRESCRITO PELA SEXÓLOGA SUPLICY, MADRINHA DA PARADA GAY.