“Fora lulla!” não pode, não é democrático, é golpismo, lulla foi eleito até 31 de dezembro de 2010.

Vamos suportá-lo com toda paciência do mundo e ainda por cima pagando os impostos mais escorchantes do mundo.  Pagamos para esperar.

Um dia a menos, como quer um setor do golpismo, é golpe.
Um dia a mais, como quer outro setor do golpismo, os terceiromandatistas com lulla disfarçado à frente, também é golpe.

Quando os lullistas na oposição zurravam “Fora FHC!”, era golpismo.

Mas não era “correto” denunciar o petismo como golpista, então latifundiário da “ética na política”. Era golpista, sim. Sempre foi golpista.

“Calla a boca lulla !” não é golpismo. É opinião. É um basta. É chega de conversa mole, baboseiras e fanfarronices. É não aguento mais “nunca antes neççepaíz”. É poupe-nos da voz, da sintaxe, desse sotaque. É não quero mais saber das patranhas da propaganda chapa-branca, inventadas pela estatal Mentirobrás, espalhadas pelas tevês, rádios, jornais e palanques do norte ao nordeste e do nordeste ao norte.

É um desabafo, quase um grito de socorro.

“Calla a boca lulla!” está atravessado na minha garganta e já está no meu carro, coloque no seu. Ainda vou inventar um toque de celular que cante o “Calla a boca lulla!”

O Míster King da Espanha deu a lição em cinco palavrinhas “Por qué no te callas?” que entupiram as horas e horas das lenga-lengas cháviztas.

Não sei qual a função que o Míster King tem no Estado espanhol, talvez seja a de Rainha da Inglaterra.

A imprensa e os livros do Semprun documentaram a impecável transição da ditadura franquista à democracia, encaminhada pelo então jovem Rei Juan Carlos, que se transformou num ícone do Estado Democrático.

Mais de 40 anos de franquismo desaguaram na eleição livre do Primeiro-Ministro Felipe Gonzales, de esquerda, que cumpriu 3 mandatos até seu partido ser derrotado nas urnas por Aznar, de direita.

Depois de 2 mandatos, Aznar foi derrotado por Zapatero, de esquerda.

Na reunião de cúpula do Chile, Aznar, ausente, foi ofendido pela grossura do chávez, nas presenças de Zapatero e do Mister King, pra quê, mermão !
Zapatero tentou dizer que mesmo situado na antípoda da ideologia de Aznar, exigia respeito a ele por ter sido eleito pelo povo espanhol.
(lulla morre de inveja, mas nunca admitiu respeitar FHC, eleito pelo povo).

Acostumado que está pelas presenças ovinas e bovinas do peronista kirchner, seu devedor de bilhões de dólares, do cocalero morales, seu office boy, do boca-de-aluguel ortega e do novo rico, “manata” do petróleo hermanito lulla, chávez desandou a falar, como se uma ideli fosse não permitindo que Zapatero concluísse.

Mister King soltou na bucha “Por qué no te callas ?”, dito o quê sacudiu o pó dos sapatos e retirou-se do recinto. Foi a primeira vez que alguém atirou na cara do chávez a porcaria que o chávez é.

Os jornais espanhóis de esquerda, direita e centro apoiaram a real resposta
à grosseria, o povo aplaudiu unânime seus representantes.  
Os outros, inclusive Noçço Painho Infalível, ziparam os respectivos e normalmente canoros biquinhos.

A voz e o gesto altivo foram do Míster King espanhol, faço minhas as palavras dele, não apenas porque dirigidas ao chávez.

Podem ser facilmente traduzidas, aprendidas e usadas aqui.

Temos um projeto de chávizmo urubusando nossas cabeças, um perigo que cada dia mais pessoas razoavelmente educadas e informadas se dão conta, temem e denunciam.

Um amigo da internet, o médico Luis Nusbaum, deu à luz sua porção publicitária e repassou este texto impagável:

“Barril de petróleo, 170 reais. Boina vermelha, 30 reais. Camisa polo vermelha, 60 reais. Mandar o chávez calar a boca, não tem preço”.

Se dá para ter um Rei como Juan Carlos e ao mesmo tempo eleger um Primeiro-Ministro de esquerda como Zapatero, sou monarquista – esquerdista desde criancinha.

Vamos sonhar o sonho certo:
O lulla callar a boca, sob estrepitosa vaia; ao fundo, acordes da “Carmina Burana”.
 
FALTAM SÓ 1.140 DIAS PARA DAR UM CALA-BOCA NO LULLA.
 
“Update”:
No Brasil, o liderado lulla defendeu seu lider chávez “ y su democrácia”. Na Bolívia, Evo Morales idem. Na Nicarágua, Ortega idem. Corajosos, guardam conveniente distância do Míster King. Na lata dele, mudos escutaram o cala-boca, bocas caladas ficaram.